Titina canta B.Leza

Titina - Canta B.Leza (cd)

Titina – Canta B.Leza (cd)

B.Leza, pseudónimo de Francisco Xavier da Cruz, é um dos compositores cabo-verdianos que mais se dedicou aos ritmos tradicionais do seu país, especialmente a morna. Neste disco, a Titina homenageia o compositor interpretando algumas das suas composições. Com uma voz simultâneamente cristalina e profunda, sempre plena de sensibilidade, canta um repertório de melodias que vão desde a melancolia e a saudade pela terra, aos ritmos brasileiros, mais alegres, que tanto influênciaram a música cabo-verdiana.

B.Leza, Francisco Xavier da Cruz

B.Leza, Francisco Xavier da Cruz

B.Leza, Francisco Xavier da Cruz

Francisco Xavier da Cruz (B.Leza ou Beléza) é um músico de Cabo Verde.

Foi o maior vulto da música cabo-verdiana depois de Eugénio Tavares. Natural do Mindelo, B. Leza revolucionou a morna com a introdução do chamado meio-tom, acorde musical de passagem, antes inexistente nesse género musical.

O seu estilo e a sua obra, que começaram a ter sucesso na década de 1950, marcaram a música de Cabo Verde nos vinte anos seguintes. Compôs dezenas de mornas, entre as quais se destacam Eclipse, Miss Perfumado, Resposta de Segredo Cu Mar e Lua Nha Testemunha, que, diz a lenda, foi composta no leito do hospital, dias antes da sua morte a 14 de Junho de 1958.

Diz também a lenda que muitas pessoas iam ter com o mestre B.Leza para lhe pedir uma morna para a pessoa amada, para uma serenata ou para assinalar um acontecimento. Em questão de dias, B.Leza tinha a obra feita. Moacyr Rodrigues escreve que “influenciado pela música brasileira e argentina – B.Leza – vai enriquecer não só a música com a introdução do meio-tom mas também a letra pelo desenvolvimento de ideias”.

Fonte: wikipedia.org

Comentários

  1. Satur diz

    Espero estar à altura do desafio, Muitas vezes as pessoas não fazem a ideia, do orgulho ao qual os filhos da diaspora sentem, quando podem fazer algo pela cultura de origem. É de se lamentar quando “alguns” rejeitam a sua ligação à terra, desacreditando nas virtudes de CV. Há mais “brancos” atrás da cachupa do que os descendentes. Dá que pensar. Obrigado dai

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